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O poder oculto: De onde nasce a impunidade de Israel


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Posted 14 June 2010 - 10:15 AM

O poder oculto: De onde nasce a impunidade de Israel

Os donos do sistema - O poder oculto: De onde nasce a impunidade de Israel

(IAR Noticias) Junio-2010

A grande cumplicidade internacional com os massacres peri?dicos israelenses n?o se gesta por medo de Israel, sen?o por medo do que representa o Estado judeu. Israel ? o s?mbolo mais emblem?tico, a p?tria territorial do sionismo capitalista que controla o mundo sem fronteiras desde os diret?rios dos bancos e corpora??es transnacionais. Israel, basicamente, ? a representa??o nacional de um poder mundial sionista que ? o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econ?mico-produtivos. O que controla o planeta desde os bancos centrais, as grandes cadeias midi?ticas e os arsenais nucleares militares.

Por Manuel Freytas (*)
manuefreytas@iarnoticias.com

A) O poder oculto

Israel ? a mais clara refer?ncia geogr?fica do sistema capitalista transnacionalizado que controle desde governos at? sistemas econ?micos produtivos e grandes meios de comunica??o, tanto nos pa?ses centrais como no mundo subdesenvolvido e perif?rico.

O Estado judeu, mais al?m de sua incid?ncia como Na??o, ? o s?mbolo mais representativo de um poder mundial controlado em seus resortes decisivos por grupos minorit?rios de origem judia e conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnol?gicas, militares, financeiras e midi?ticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.

Com uma popula??o ao redor de 7,35 milh?es de habitantes, Israel ? o ?nico estado judeu do mundo.

Por?m, quando falamos de Israel, falamos (por extens?o) da refer?ncia mais significante de um sistema capitalista globalizado que controla governos, pa?ses, sistemas econ?micos produtivos, bancos centrais, centros financeiros, arsenais nucleares e complexos militares industriais.

Quando falamos de Israel, falamos antes de mais nada de um desenho estrat?gico de poder mundial que o protege, interativo e totalizado, que se concretiza mediante uma rede infinita de associa??es e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de servi?os que converte aos pa?ses e governos em ger?ncias de enclave.

O lobby sionista que sustenta e legitima a exist?ncia de Israel, n?o ? um Estado no distante Oriente M?dio, sen?o um sistema de poder econ?mico planet?rio (o sistema capitalista) de bancos e corpora??es transnacionais com judeus dominando a maioria dos pacotes acion?rios ou hegemonizando as decis?es gerenciais desde postos diretivos e executivos.

Quem se der ao trabalho de investigar o nome dos integrantes dos diret?rios ou dos acionistas das grandes corpora??es e bancos transnacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o com?rcio exterior e interior at? os sistemas econ?micos produtivos dos pa?ses, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poder? facilmente comprovar que (em uma importante maioria) s?o de origem judia.

As dire??es e acionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam o ?ndice Dow Jones de Wall Street, s?o em sua maioria de origem judia.

Megacorpora??es do capitalismo sem fronteiras como: Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Cola, Dupont, Exxon Mobil (petroleira), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon, s?o controladas e/ou gerenciadas por capitais e pessoas de origem judia.

Estas corpora??es representam o creme do creme dos grandes cons?rcios transnacional judeu sionista que, atrav?s do lobby exercido pelas embaixadas estadunidenses e europ?ias, ditam e condicionam a pol?tica mundial e o comportamento dos governos, ex?rcitos, ou institui??es mundiais oficiais ou privadas.

S?o os amos invis?veis do planeta: os que manejam os pa?ses e presidentes por controle remoto, como se fossem t?teres de ?ltima gera??o.

Quem investigue com este mesmo crit?rio, ademais, os meios de comunica??o, a ind?stria cultural ou art?stica, c?maras empresariais, organiza??es sociais, funda??es, organiza??es profissionais, ONGs, tanto nos pa?ses centrais como perif?ricos, vai se surpreender com a not?vel incid?ncia de pessoas de origem judia em seus mais altos n?veis de decis?o.

As tr?s principais cadeias televisivas dos EEUU (CNN, ABC, NBC y Fox), os tr?s principais di?rios (The Wall Street Journal, The New York Times y The Washington Post) est?o controlados e gerenciados (atrav?s de pacotes acionistas ou de fam?lias) por grupos do lobby judeu, principalmente novayorquino.

Da mesma forma as tr?s mais influentes revistas (Newsweek, Time y The New Yorker), e cons?rcios hegem?nicos da Internet como Time-Warner (fundidos com Am?rica on Line) o Yahoo, est?o controlados por gerenciamento e capital judeu que opera a n?vel de redes e conglomerados entrela?ados com outras empresas.

Colossos do cinema como Hollywood e do espet?culo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, formam parte desta rede interativa do capital sionista imperialista.

A concentra??o do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas pelo capital sionista, em uma propor??o aplastante, possibilita decis?es planet?rias de todo o tipo, na economia, na sociedade, na vida pol?tica, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definido da globaliza??o imposta pelo poder mundial do sistema capitalista imperial.

O objetivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado ? o controle e o dom?nio (por meio de guerras de conquista ou de "sistemas democr?ticos") de recursos naturais e sistemas econ?mico-produtivos, em um sistema que seus defensores e te?ricos chamam "pol?ticas de mercado".

O capitalismo transnacional, em escala global, ? o dono dos estados e de seus recursos e sistemas econ?mico-produtivos, n?o somente do mundo dependente, sen?o tamb?m dos pa?ses capitalistas centrais.

Portanto, os governos dependentes e centrais s?o gerencias de enclave (pela esquerda ou direita) que, com variantes discursivas executam o mesmo programa econ?mico e as mesmas linhas estrat?gicas de controle pol?tico e social.

Este capitalismo transnacional "sem fronteiras" do lobby sionista que sustenta o Estado de Israel se assenta em dois pilares fundamentais: a especula??o financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street) e a tecnologia militar-industrial de ?ltima gera??o (cuja m?xima de desenvolvimento se concentra no Complexo Militar Industrial dos EEUU).

O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controle desde governos, ex?rcitos, pol?cias, estruturas econ?micos produtivas, sistemas financeiros, sistemas pol?ticos, estruturas tecnol?gicas e cient?ficas, estruturas socioculturais, estruturas midi?ticas internacionais, at? o poder de pol?cia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparatos de deslocamento militar dos EEUU e das pot?ncias centrais.

A esse poder, e n?o ao Estado de Israel, ? o que temem os presidentes, pol?ticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam diariamente os genoc?dios de Israel no Meio Oriente temerosos de ficarem sepultados em vida, sob a l?pide do "anti-semitismo".

B) O lobby imperial

O lobby sionista pr?-israelense, a rede de poder oculto que controla a Casa Branca, o Pent?gono e a Reserva Federal n?o rezam nas sinagogas sen?o na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para n?o confundir a religi?o com o mito e com o neg?cio.

Quando se referem ao lobby sionista (ao que denominam de lobby pr?-israel) a maioria dos expertos e analistas falam de um grupo de funcion?rios e tecnocratas, em cujas m?os est? o desenho e a execu??o da pol?tica militar norte-americana.

A este lobby de press?o se atribui o objetivo estrat?gico permanente de impor a agenda militar e os interesses pol?ticos e geopol?ticos do governo e do Estado de Israel na pol?tica exterior dos EEUU.

Como defini??o, o lobby pr?-israel ? uma gigantesca maquinaria de press?o econ?mica e pol?tica que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pent?gono, Departamento de Estado, CIA e ag?ncias da comunidade de intelig?ncia, entre os mais importantes.

Por meio da utiliza??o de seu poder financeiro, de sua estrat?gica posi??o nos centros de decis?o, os grupos financeiros do lobby exercem influ?ncia decisiva na pol?tica interna e externa dos EEUU, a primeira pot?ncia imperial, al?m de seu papel dominante no financiamento dos partidos pol?ticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

A n?vel imperial, o poder financeiro do lobby se expressa principalmente por mio da Reserva Federal dos EEUU, um organismo chave para a concentra??o e reprodu??o do capital especulativo a n?vel planet?rio.

O cora??o do lobby sionista estadunidense ? o poderoso setor financeiro de Wall Street que tem direta implica??o e participa??o na nomea??o de funcion?rios chaves do governo dos EEUU e dos ?rg?os de controle da pol?tica monet?ria e institui??es credit?cias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

Os organismos econ?micos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, est?o sob o controle direto dos bancos centrais e dos governos dos EEUU e das pot?ncias controladas pelo lobby sionista internacional (Gr? Bretanha, Alemanha, Fran?a, Jap?o, entre as mais relevantes).

Organiza??es e alian?as internacionais como a ONU, o Conselho de Seguran?a e a OTAN est?o controladas pelo eixo sionista USA-Uni?o Europ?ia, cujas pot?ncias centrais s?o as que garantem a impunidade dos exterm?nios militares de Israel no Meio Oriente, como sucedeu com o ?ltimo massacre de ativistas solid?rios com o povo de Gaza.

As principais institui??es do lobby (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brother, etc.) e os principais bancos (Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc.) influem decisivamente para a nomea??o dos titulares da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Com?rcio, ademais dos diretores do Banco Mundial e do Fundo Monet?rio Internacional.

C) O mito do "anti-semitismo"

? este fen?meno de "poder capitalista mundial judeu", e n?o a Israel, que temem os presidentes, pol?ticos, jornalistas e intelectuais que evitam tremulamente condenar ou nomear os peri?dicos genoc?dios militares de Israel em Gaza, repetindo o que j? fizeram durante o massacre israelense no L?bano em 2006.

A grande cumplicidade internacional com os massacres peri?dicos israelenses n?o se gesta por medo do Estado de Israel, sen?o por medo do que representa o Estado de Israel.

N?o se trata de Israel, um Estado sionista a mais, sen?o do "Grande Israel", a p?tria do juda?smo mundial (com territ?rio roubado dos palestinos), da qual todos os judeus do mundo s sentem seus filhos pr?digos dispersos pelo mundo.

N?o se trata de Israel, sen?o das poderosas organiza??es e comunidades judias mundiais que apoiaram em bloco o genoc?dio militar de Israel em Gaza, que utilizam seu poder e "escala de prest?gio" (constru?da mediante sua vitimiza??o hist?rica com o Holocausto) para converter em um leproso social aquele que se atreva a criticar ou levantar a voz contra o exterm?nio militar israelense em Gaza.

Os governos do mundo capitalista, os jornalistas, intelectuais, organiza??es sindicais e sociais n?o tem Israel, sen?o a sua lapida??o social como "antiz?mica" (mote que se lhe outorga ao que enfrenta /ou denuncia o sionismo judeu.

N?o temem o Estado de Israel, sen?o aos filhos de Israel camuflados nos grandes centros de decis?o do poder mundial, sobretudo econ?mico-financeiros e midi?tico-culturais.

Os pol?ticos, intelectuais e jornalistas do sistema n?o temem Israel, sen?o que temem aos meios de comunica??o, organiza??es e empresas judias, e sua influ?ncia sobre os governos e processos econ?mico-culturais do sistema capitalista sionista apoiados por todos os pa?ses em escala planet?ria.

Definitivamente, temem que as empresas, as universidades, as organiza??es e as funda??es internacionais sionistas que financiam e/ou promovem suas ascens?es e postos na maquinaria do sistema os declarem "antisem?ticas" e os deixem sem trabalho, sem f?rias e sem aposentadorias.

Essa ? a causa principal que explica porque os intelectuais, acad?micos e jornalistas do sistema vivem elucubrando s?rias an?lises da "realidade" pol?tica, econ?mica e social sem a presen?a da palavra judeu o do sistema capitalista que paga por seus servi?os.

Se bem que h? um grupo de intelectuais e de militantes judeus de esquerda (dentre eles Chomsky e Gelamn, entre outros) que condenar?o e protestaram contra o genoc?dio israelense em Gaza, a maioria consider?vel das comunidades e organiza??es judias em escala planet?ria apoiou explicitamente o massacre de civis em Gaza argumentando que se tratava de uma "guerra contra o terrorismo".

Apesar de que Israel n?o invadiu nem perpetrou um genoc?dio militar em Gaza com a religi?o judia, sen?o com avi?es F-16, bombas de racimo, helic?pteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estrat?gia e um plano de exterm?nio militar em grande escala, quem questione esse massacre ? condenado por "anti-semita" pelo poder judeu mundial distribu?do pelo mundo.
Apesar de que o lobby judeu sionista que controla Israel, tanto como a Casa Branca, o Tesouro e a Reserva Federal dos EEUU n?o rezam nas sinagogas sen?o na Catedral de Wall Street, aquele que critique ? alcunhado de imediato como "anti-semita" ou "nazi" pelas estruturas midi?ticas e culturais controladas pelo poder judeu mundial.

As campanhas de den?ncia de anti-semitismo com as quais Israel e as organiza??es judias buscam neutralizar as cr?ticas contra o massacre, abordam a quest?o como se o sionismo judeu (sustent?culo do Estado de Israel) fosse uma quest?o "racial" ou religiosa, e n?o um sistema de dom?nio imperial que abarca interativamente o plano econ?mico, pol?tico, social e cultural, superando a quest?o da ra?a ou das cren?as religiosas.

O lobby sionista n?o controla o mundo com a religi?o: o maneja com bancos, transnacionais, hegemonia sobre os sistemas econ?mico-produtivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipula??o mundial, o manejo dos valores sociais atrav?s da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado pelos meios de comunica??o

En definitiva, el lobby jud?o no representa a ninguna sinagoga ni expresi?n racial, sino que es la estructura que maneja el poder mundial a trav?s del control sobre los centros econ?micos-financieros y de decisi?n estrat?gica del sistema capitalista expandido como civilizaci?n "?nica".

Antes que por sua religi?o e ra?a, o lobby sionista e suas redes se movem por uma ideologia pol?tica funcional: o sionismo capitalista-imperial que antep?e o mercado, a concentra??o de riqueza, a "pol?tica de neg?cios", a qualquer filosofia que roce nas no??es do "bem" ou do "mal" entendidos dentro de par?metros sociais.

Ent?o: De que falam quando falam de "anti-semitismo" ou de "anti-juda?smo religioso? Em que par?metros referenciais se baseiam a condi??o de "anti-semita"? Quem ? anti-semita? Quem critica os judeus por sua religi?o ou por sua ra?a nas sociedades do mundo?

Em s?ntese, aos judeus, como est? provao na realidade social de qualquer pa?s, n?o se os critica pro sua religi?o ou condi??o racial, sen?o pelo seu apego excessivo ao status do dinheiro (tamb?m cultivado por outras coletividades) e por integrar estruturas ou hierarquias de poder dentro de um sistema injusto de opress?o e de explora??o do homem pelo homem, como ? o sistema capitalista.

Exceto os grupos minorit?rios de fan?ticos e racistas que s? representam a si mesmo, nas sociedades (salvo o nazismo alem?o e algumas exce??es) quase nunca houve "persegui??o religiosa ou racial" do judeu, sen?o que houve uma associa??o do judeu com a "pior cara do capitalismo", representada no sistema econ?mico-financeiro especulativo.

Em resumo:

O lobby sionista que protege o Estado de Israel (pela "direita" e pela "esquerda") est? conformado por uma estrutura de estrategistas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnol?gicas, militares, financeiras e midi?ticas do capitalismo transnacional estendido pelos quatro pontos cardeais do planeta.

Suas redes se expressam atrav?s de uma multiplicidade de organiza??es dedicadas a promover o atual modelo global, entre as quais se encontram principalmente: The Hudson Institute, The RAND Corporation, The Brookings Institution, The Trilateral Commission, The World Economic Forum, Aspen Institute, American Enterprise Institute, Deutsche Gesellschaft f?r Ausw?rtigen Politik, Bilderberg Group, Cato Institute, Tavestock institute, e a Carnegie Endowment for International Peace, entre outras.

Todos estes think tanks ou "bancos de c?rebros" re?nem os melhores tecnocratas, cientistas e estudiosos em seus respectivos campos, egressos das universidades dos EEUU, Europa e todo o resto do mundo.

O lobby n?o responde somente ao Estado de Israel (como afirmam os analistas da "cara direitista" dos neocons) sen?o a um poder mundial sionista que ? o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas econ?mico- produtivos.

O lobby n?o somente est? na Casa Branca, sen?o que abarca todos os n?veis das opera??es do capitalismo em escala transnacional, cujo desenho estrat?gico est? na cabe?a dos grandes charmans e executivos de bancos e cons?rcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e repartem o planeta como se fosse um pastel.

Nem a esquerda, nem a direita partid?ria falam deste poder "totalizado" pela sens?vel raz?o de que ambas est?o fundidas (a modo de alternativas falsamente enfrentadas) aos programas e estrat?gias do capitalismo transnacional que controla o planeta.

Portanto, e enquanto n?o se articule um novo sistema de compreens?o estrat?gica (uma "terceira posi??o" revolucion?ria do saber e do conhecimento) o poder mundial que controla o planeta seguir? perpetuando-se nas falsas op??es de "esquerda" e "direita".

E o lobby judeu de "direita" dos republicanos conservadores seguir? sucedendo ao lobby judeu "de esquerda" dos democratas liberais em uma continuidade estrat?gica com as mesmas linhas reatoras do Imp?rio sionista mundial.

E os massacres do Estado de Israel seguir?o, como at? agora, impunes e protegidos pelas estruturas do sistema de poder mundial sionista capitalista que o considera como sua "p?tria territorial".

Y las masacres del Estado de Israel seguir?n, como hasta ahora, impunes y protegidas por las estructuras del sistema de poder mundial sionista capitalista que lo considera como su "patria territorial".

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(*) Manuel Freytas es periodista, investigador, analista de estructuras del poder, especialista en inteligencia y comunicaci?n estrat?gica. Es uno de los autores m?s difundidos y referenciados en la Web.
Ver sus trabajos en Google y en IAR Noticias

Trad. Vera Vassouras

[FONT="]Nota: H?, no entanto, um terceiro pilar de sustenta??o no plano m?stico/psicol?gico e religioso: a falsa ruptura entre os assassinos de cristo e os que dizem falar em seu nome, com apoio expl?cito dos ?ltimos e a institucionaliza??o do juda?smo como propaganda da tortura e do assassinato. Crucifixos, evangeliza??o e roubo de dinheiro e da sanidade dos povos submetidos ? hegemonia pseudo-religiosa. Al?m disso, a permissiva imbeciliza??o dos povos, como cordeiros imolados nos altares dos holocaustos di?rios, uma aberra??o chamado estado constitucionalmente organizado em nome do "deus" judaico-crist?o, de direito. E de fato.[/FONT]
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