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Mariana: As Veias Abertas da Mineração 14.11.2015 <posted by macaense>


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#1 macaense

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Posted 14 November 2015 - 12:50 PM

Mariana: As Veias Abertas da Mineração
14.11.2015
 
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A única coisa que podemos afirmar é a preocupação, sem saber o que será dos próximos períodos, das famílias e dos trabalhadores desaparecidos ou mortos com a catástrofe ocasionada pela irresponsabilidade da empresa.

Por Jarbas Vieira - (Brasil de Fato)

Passados 515 anos da invasão da coroa portuguesa sobre o solo e subsolo brasileiro, ainda não conseguimos nos libertar totalmente das amarras coloniais, impostas através dos estupros de índias e negras, do genocídio ao povo originário, da escravidão, da religião, do extermínio que até hoje o povo preto sofre, entre tantas outras formas de imposição para manter o país subjugado aos interesses das empresas transnacionais, fazendo do Brasil, como dizia Darcy Ribeiro, uma colônia produtiva baseada na pilhagem dos bens naturais e exploração do nosso povo.

Vivemos a alquimia colonial e neo-colonial, que Galeano escreveu em 1978, onde o ouro se transforma em sucata e os alimentos se convertem em veneno. O Brasil é o campeão em consumo agrotóxicos, cada pessoa consome em média 5,8 litros de agrotóxicos por ano, o setor da mineração é o que mais  matamutila e enlouquece trabalhador no Brasil, comunidades têm seus direitos violados diariamente e o Estado brasileiro finge que não vê as atrocidades cometidas pelas mineradoras no Brasil.

Somente para citar alguns casos, temos a exploração da maior mina a céu aberta de ouro do mundo, localizada em Paracatu (MG). Segundo estudos do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) de 2014, comprovam a contaminação com níveis elevados de arsênio, um metal pesado e que causa diversos tipos de câncer. Trabalhadores da empresa estão com 25 vezes mais do que o mínimo suportável de arsênio no corpo e a população de 5 a 10 vezes mais do que o tolerável.

Como não falar da cidade de Niquelândia, no estado de Goiás, onde possui mais de quatrocentas contaminações de trabalhadores pela amônia? E pasmem, moradores da cidade suspeitam de contaminação das águas. Como o Estado brasileiro não toma uma atitude mais incisiva na cidade de Minaçu, também no estado de Goiás, sobre a exploração do amianto, que causa mesotelioma (câncer nas camadas mesoteliais da pleura, pericárdio, peritônio e da túnica vaginal do testículo) e câncer de pulmão, sendo que estudos internacionais comprovam que não existe nível de exposição tolerável à saúde humana.

No campo econômico, existem diversos casos de irregularidades cometidas pelas mineradoras, relacionados a evasão de divisas, sonegação de impostos, falta de informações sobre produtos e quantidades que estão sendo extraídas e comercializadas no mercado internacional. Esses crimes ao estado brasileiro são cometidos mesmo o setor recebendo incentivos fiscais para novos empreendimentos e isenção de fiscal para commodities exportadas - minérios.

Terras raras

O Brasil possui ainda uma das maiores reservas de terras raras do mundo (são 17 elementos químicos, utilizados na produção de altas tecnologias), cerca de 40 mil toneladas cúbicas, porém não existe legislação específica para a exploração desse conjunto de minerais. Mas, como eles estão acoplados a outros minerais, o estado brasileiro não tem controle do que se está sendo exportado. Só sabemos que importamos produtos de alta tecnologia.

Isso nos mostra o quanto a União e os estados brasileiros estão subordinados aos interesses das mineradoras, com o discurso de superávit primário e balança comercial positiva, já que este setor tem dado um salto significativo na receita nacional.

Código da Mineração

Nos dois últimos anos, está em tramitação na Câmara dos Deputados, numa comissão especial para discussão e apresentação de proposta, o Novo Marco Regulatório da Mineração, sob a relatoria do Leonardo Quintão (PMDB-MG) e Gabriel Guimarães (PT-MG) na presidência.

O que percebemos no último relatório apresentado, é que existe uma posição bem definida a favor das empresas, em aumentar drasticamente a exploração mineral no Brasil e o discurso que prevaleceu nas audiências é a necessidade de aumentar a arrecadação pelo fato do setor está perdendo com a não aprovação da nova lei.

São evidentes os interesses das mineradoras na proposta do último texto do Novo Marco Regulatório, que permite a exploração mineral em áreas de conservação, retirada da responsabilidade da empresa sobre os danos à água, ar, proteção e conservação as fontes de água (que estão previstos no atual), a prioridade de utilização do subsolo sobre qualquer atividade no solo e, por fim, dentre tantas outras polêmicas dentro do texto, a proposta de proteção da atividade mineral sobre qualquer embaraço e perturbação (trabalhadores e comunidades atingidas), percebe-se o objetivo da proposta de nova legislação.

Mariana

Acabamos de vivenciar uma imensa tragédia, na cidade de Mariana, no estado de Minas Gerais, onde houve o rompimento da barragem de rejeitos que contém produtos químicos e nocivos a saúde humana, porque é inerente a exploração e transformação do mineral a utilização de produtos químicos.

Existem diversos discursos, por parte da Samarco que é a 10ª maior exportadora do Brasil (50% da VALE e 50% da BHP Billiton), que são no mínimo duvidosos como a garantia que a lama contém apenas barro e restos de minério de ferro, que a causa do rompimento foi o abalo sísmico registrado nos observatórios. Mas se o abalo sísmico foi capaz de mover o suficiente pra fazer a barragem romper, por que não rachou ou derrubou as instalações da empresa? Por que os prédios nas cidades não caíram ou tiveram rachaduras depois do ocorrido?

A única coisa que podemos afirmar é a preocupação, sem saber o que será dos próximos períodos, das famílias e dos trabalhadores desaparecidos ou mortos com a catástrofe ocasionada pela irresponsabilidade da empresa.

Até quando iremos manter a lógica destrutiva (de todos os pontos de vistas) para satisfazer os interesses das transnacionais? Serão necessários mais quantos trabalhadores mutilados, enlouquecidos e mortos? Quantos rompimentos de barragens serão necessários? Quantas pessoas serão vitimas de câncer, causadas pela exploração mineral?

 

*Jarbas Vieira é militante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) e membro do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração.

- See more at: http://port.pravda.r...h.zPRMG7KV.dpuf

 


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#2 macaense

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Posted 14 November 2015 - 12:53 PM

2832 – Desastre Ambiental em Mariana (MG)

Aliança RECOs
Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras

 

“....São evidentes os interesses das mineradoras na proposta do último texto do Novo Marco Regulatório, que permite a exploração mineral em áreas de conservação, retirada da responsabilidade da empresa sobre os danos à água, ar, proteção e conservação as fontes de água (que estão previstos no atual), a prioridade de utilização do subsolo sobre qualquer atividade no solo e, por fim, dentre tantas outras polêmicas dentro do texto, a proposta de proteção da atividade mineral sobre qualquer embaraço e perturbação (trabalhadores e comunidades atingidas), percebe-se o objetivo da proposta de nova legislação...”

 

 

 

 

 

http://port.pravda.ru/cplp/brasil/14-11-2015/39795-mariana_veias_abertas-0/

 

Mariana: As Veias Abertas da Mineração


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#3 macaense

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Posted 14 November 2015 - 01:07 PM

“....O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) denuncia a "negligência total" por parte das empresas responsáveis pelas barragens que se romperam e liberaram uma enxurrada de lama, destruindo várias comunidades do Município de Mariana, Estado Minas Gerais, sudeste brasileiro, na última semana. De acordo com o MAB, há vários anos a população vinha alertando para os riscos das barragens, mas as empresas continuavam normalmente suas atividades, sem tomarem quaisquer medidas de segurança e orientação sobre os perigos da estrutura...”

 

 

 

 

http://port.pravda.ru/news/busines/14-11-2015/39801-mariana_denuncias-0/

Movimentos denunciam responsabilidade criminal da Vale na tragédia de Mariana

Pravda.ru


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#4 macaense

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Posted 15 November 2015 - 11:58 AM

"Lira Itabirana"

 

Carlos Drummond de Andrade, 1984

 

 

I

 

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga.

Ai, antes fosse

Mais leve a carga.

 

 

II

 

Entre estatais

E multinacionais,

Quantos ais!

 

 

III

 

A dívida interna.

A dívida externa

A dívida eterna.

 

 

IV

 

Quantas toneladas exportamos

De ferro?

Quantas lágrimas disfarçamos

sem berro?


Edited by macaense, 15 November 2015 - 12:06 PM.

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#5 macaense

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Posted 15 November 2015 - 01:26 PM

http://www.comerciod...-tragedia-em-mg

Jauenses em Mariana contam detalhes da tragédia em MG

Por JOÃO GUILHERME D"ARCADIA - 15/11/2015


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#6 macaense

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Posted 15 November 2015 - 05:08 PM

Rio Doce sobrevive nas poesias, crônicas, romances e canções Rompimento das barragens da mineradora Samarco destruiu o curso de água
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por Mariana Filgueiras

15/11/2015 6:00
2002-041183-_19951112.jpg ‘Nilo brasileiro’. Vista aérea do Parque Florestal Estadual do Rio Doce, na região sudoeste de Minas Gerais, cortado pelo rio que foi completamente poluído há dez dias, ao receber rejeitos químicos da mineradora Samarco - Ana Branco

RIO — O Rio Capibaribe inspirou muitas poesias de João Cabral de Melo Neto; o Rio Amazonas margeia até hoje os romances de Milton Hatoum; o Rio São Francisco inunda o grande sertão de Guimarães Rosa; e não seria exagero dizer que até o Rio Carioca — e todo um Rio de Janeiro, vá lá — passa sob as palavras de Machado de Assis.

O Rio Doce também. O chamado “Nilo brasileiro” fez parte do nosso imaginário cultural na poesia, na prosa e em canções populares.

Braço forte da maior bacia hídrica do Sudeste, com 853 quilômetros de extensão que banham 29 cidades de Minas Gerais e outras 11 do Espírito Santo, o Rio Doce foi completamente destruído pelo rompimento das barragens da mineradora Samarco, em Mariana, há dez dias. Com o desastre, os rejeitos químicos da empresa inundaram seu leito, que já é considerado “morto” por autoridades ambientais do Ministério Público do Espírito Santo e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Minas Gerais.

O Rio Doce, tal como era, só sobrevive nas letras a seguir. Coletados pelo GLOBO como uma homenagem póstuma ao rio, os trechos têm o Rio Doce como referência ou cenário — em tons bucólicos, picarescos ou críticos.

Em 1781, o luso-brasileiro Frei Santa Rita Durão já listava o Rio Doce entre as paisagens brasileiras no poema épico “Caramuru”, que conta a história do náufrago português Diogo Álvares Correia, o Caramuru do título, que viveu entre os índios tupinambás.

Rubem Braga fala da porção capixaba do rio nas crônicas “Barra do Rio Doce”, de 1949, e “O lavrador”, de 1954. Mineiro de Caratinga, o cartunista e escritor Ziraldo dedicou, em 1996, o livro infantil “O menino do Rio Doce” à criança que um dia fora, crescida à beira do seu leito (“O menino tinha certeza de que havia nascido no dia em que viu o rio”).

Anos depois, em 2001, o também mineiro Roberto Drummond publicou “O cheiro de Deus”, romance que também cita o rio. Mas é o poeta Carlos Drummond de Andrade quem antevê a tensão entre o rio e as mineradoras que o exploraram desde sempre no poema “Lira itabirana”, de 1984: “O Rio? É doce. A Vale? Amarga.”

Entre as referências do cancioneiro popular, a principal delas é “Rio Doce”, que já aparecia numa versão instrumental no álbum “Sol de primavera” (1979), de Beto Guedes. Que ganhou uma segunda parte de Tavinho Moura e letra definitiva de Ronaldo Bastos, em 1981: “Onde existir parece que é nada/ Mas viver é mansamente brotar”.

“Rio Doce”, Beto Guedes, Tavinho Moura , Ronaldo Bastos (1981)

Vai a me levar como se fosse

Indo pro mar num riacho doce

Onde ser é ternamente passar

São vidas pequenas das calçadas

Onde existir parece que é nada

Mas viver é mansamente brotar

Muito prazer de conhecer

Muito prazer de nessa rua ser seu par

Ao partilhar do teu calor

Você liberta a primeira centelha

Que faz a vida iluminar

A correnteza me levou

Me apaixonei em todo cais que fui parar

Cada remanso um grande amor

Por esses breves eternos momentos

Que tive o dom de navegar

São vida dos belos horizontes

Gente das mais preciosas fontes

Onde ser é ternamente brotar

Vai cantando as voltas do moinho

Onde a beleza teceu seu ninho

Mas viver é mansamente passar

Se fosse meu o seu amor

Se fosse meu, bem que eu mandava ladrilhar

Se essa rua fosse minha

Com diamantes de luz verdadeira

Pra ver meu amor passar

“Lira Itabirana”, Carlos Drummond de Andrade, 1984

I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga.

Ai, antes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais,

Quantos ais!

III

A dívida interna.

A dívida externa

A dívida eterna.

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro?

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?

“Barra do Rio Doce”, Rubem Braga, 1949

O homem de binóculo focalizava a bandeirinha que se agitava lá em terra lá em terra, no pontal sul, perto do farol. O próprio comandante estava na roda do leme; e o chefe de máquinas, oficial da Marinha de Guerra aposentado depois de fazer duas guerras, estava no telégrafo das máquinas.

— Que é que a bandeirinha diz?

— Bombordo! Toda a força a bombordo!

O timoneiro obedece — e olhamos em silêncio para a proa. A corrente está fortíssima, e a maré inda está baixa. Em nossa frente o Rio Doce despeja toda sua massa de água cor de lama, de um quilômetro de largura, em um estreito canal. Temos de passá-lo.

— Bombordo!

A proa hesita um instante — e depois, lenta, implacavelmente, vai-se voltando para boreste. Os mil cavalos de nossos dois motores se esbofam à toa.

— Para trás!

— ...

— Marca assim!

Avançamos outra vez, penosamente. “A proa é esta!” Pode ser algum espadarte que deseje ir desovar na lagoa de Juparanã; quando a nós vamos em cima de um banco de areia. Bonito. Ouvimos aquele ruído triste do casco na areia. As ondas assanhadas pelo nordeste ensaiam abordagem perto da proa. O chefe das máquinas está em silêncio mascando seu toco de charuto. O caboclo que é considerado prático na barra adota esta atitude não muito eficiente, mas em todo caso justificável no momento: coça a cabeça. A bandeirinha, lá longe, manda recados muito salutares, mas inócuos, como um sargento que berrasse ordens para um recruta paralítico.

“O menino do Rio Doce”, Ziraldo, 1996

Rio que nasce doce na gorda barriga da montanha na praia (do lado de cá). O menino tinha certeza de que havia nascido no dia em que viu o rio. Na sua memória, não havia nada antes daquele dia. O menino amou o rio pois acreditou que o rio também havia nascido no dia em que ele o viu.

“O lavrador”, Rubem Braga, 1954

Esse homem deve ser de minha idade — mas sabe muito mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se podia requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira da água grande” quase de graça. Brocou a mata com foice, depois derrubou, queimou, plantou seu café. Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”. (...) No começo ainda não tinha prática de canoa, estava sempre com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. Diz que planta o café a uma distância de dez palmos, sendo a terra seca; sendo fresca, distância de quinze palmos. Para o sustento, plantou cana, taioba, inhame, mandioca, milho, arroz, feijão. Disse que uma vez foi lá um homem do governo e proibiu (“empiribiu”) armar fojos e mundéus, pois “se chegar a cair um cachorro de caçador, eles mete a gente na cadeia e a gente paga o que não possui”. Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha, é esse mesmo tipo de feiura triste do interior.

“O cheiro de Deus”, Roberto Drummond, 2001

Minas Gerais: amo em ti a contradição. És barroca em Ouro Preto, Tiradentes, Diamantina, Congonhas e Mariana, e moderna na Pampulha. Aqui, tu acendes o fogo, incendeias os corações: ali tu és, Minas Gerais, a água na fervura, a água apagando o fogo. Tu és senão a cidade, és o passado e és o presente, és o Rio Doce e rios amargos, trágicos, és um casarão com 38 janelas e és uma casa moderna e ensolarada.

“Canto VII de Caramuru”, Santa Rita Durão

O Sergipe, o real de licor puro,

Que com vinte o sertão regando correm,

Santa Cruz, que no porto entra seguro,

Depois de trinta, que no mar concorrem;

Logo o das Contas, o Taigipe impuro,

 


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#7 macaense

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Posted 15 November 2015 - 11:27 PM

http://port.pravda.ru/…/16-11-2015/39808-jauenses_mariana-0/

Jauenses em Mariana contam detalhes da tragédia em MG

16.11.2015

 
Dois estudantes jauenses que vivem em Mariana (MG) testemunharam na última semana momentos de sofrimento, vividos por quem perdeu tudo no Distrito…
port.pravda.ru

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